Após mais de sete anos no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), cinco deles na presidência, o economista Daniel Balaban deixa o órgão para assumir um importante cargo num organismo da Organização das Nações Unidas (ONU): diretor do Programa Mundial de Alimentos.2 de ago. de 2011
FNDE tem novo presidente
Após mais de sete anos no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), cinco deles na presidência, o economista Daniel Balaban deixa o órgão para assumir um importante cargo num organismo da Organização das Nações Unidas (ONU): diretor do Programa Mundial de Alimentos.
Em seu lugar, assume o administrador José Carlos Wanderley Dias de Freitas, funcionário de carreira do FNDE e até agora diretor de Administração e Tecnologia da autarquia.
Servidor do FNDE desde 1988, Freitas atuou em diversas áreas da autarquia, como alimentação escolar, livro didático, prestação de contas e administração, entre outras. Em 2004, foi nomeado diretor de Administração e Tecnologia, responsável pelas áreas de recursos humanos, tecnologia da informação, recursos logísticos e compras governamentais.
Além disso, foi presidente do Comitê de Fortalecimento Institucional do FNDE, responsável pela definição do planejamento estratégico e operacional entre os anos de 2004 e 2006. Também atuou com empenho na criação das novas carreiras do órgão e em melhorias para os seus servidores.
15 de jul. de 2011
Agricultura, Pecuária e Agronegócio
O debate sobre agricultura orgânica levou mais de uma centena de pessoas ao auditório
Além de feira de máquinas, equipamentos, produtos e serviços, a segunda edição da Agroind Familiar - que acontece até domingo (17), em Lajeado - abre espaço também para debates sobre temas técnicos ligados ao setor. Nesta sexta-feira (15), os eventos vão de audiência pública sobre a legislação das agroindústrias a seminário sobre sucessão na propriedade familiar. Na quinta-feira (14), a pauta incluiu seminários sobre programas municipais de agroindústrias familiares e produção de alimentos orgânicos.
O debate sobre agricultura orgânica levou mais de uma centena de pessoas ao auditório da Agroind, entre as quais representantes de instituições como a Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Emater/RS-Ascar, Secretaria de Desenvolvimento Rural e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, produtores de orgânicos e agricultores convencionais com intenção de aderir a este tipo de cultivo.
Os orgânicos têm registrado sucessivos crescimentos anuais em produção e preferência entre a população - entre 2008 e 2009 o faturamento anual deste tipo de produto aumentou 5%, segundo o professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e doutor em Agronegócio, Glauco Schultz.
O diretor técnico da Emater/RS, Gervásio Paulus, explicou que o Estado tem um papel ativo como regulador e incentivador do desenvolvimento dos sistemas orgânicos de produção. Políticas públicas como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) são ferramentas de "incentivo à criação de circuitos curtos de produção e comercialização, nos quais a produção orgânica de alimentos tem espaço para crescimento", frisou."Buscamos alcançar patamares crescentes de sustentabilidade na forma de manejo dos agroecossistema, com base nos princípios da Agroecologia", destacou Paulus. Entre os desafios para atingir esta meta estão a mobilização de técnicos e produtores para viabilizarem a adequação dos sistemas produtivos. "Para trabalharmos com Agroecologia, precisamos ter sensibilidade social e disposição para rever conceitos", afirmou.
O Seminário contou ainda com apresentação do coordenador de orgânicos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) de Santa Catarina, Eduardo Amaral, que falou sobre procedimentos de certificação, com ênfase no Sistema Participativo de Garantia (SPG). Esta metodologia permite que grupos organizados, formal ou informalmente, sejam credenciados como Organizações Participativas de Avaliação de Conformidade (Opac), responsáveis por afirmar a qualidade ecológica dos produtos - é o caso da Rede Ecovida, da qual fazem parte 3.197 famílias do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.
Texto e foto: Patrícia Strelow
Subchefia recebe Conselho no Palácio Piratini
A Subchefe Juliana Botelho de ÉTICA, CONTROLE PÚBLICO E TRANSPARÊNCIA do Governo, recebeu o Conselho no Palácio Piratini, para tratar de controle social, mais especificamente sobre a Alimentação Escolar no RS, quando foi relatado a atual situação do PNAE e suas consequencias quanto a falta de condições físicas e recursos humanos nas escolas da rede pública estadual.
Foi informado pela Subchefia da realização da Conferência da Transparência e do Controle Social que um dos seus eixos será:
- Potencializar a atuação dos conselhos como instância de controle e foi ressaltada a importância da participação dos membros deste conselho na discussão desta temática. Encaminhamento: levar estas colocações ao conhecimento do Gabinete do Governador.
Juliana se comprometeu a incluir o Conselho nas discussões e sua participação na Conferência, quando esta for realizada.
Juliana se comprometeu a incluir o Conselho nas discussões e sua participação na Conferência, quando esta for realizada.
11 de jul. de 2011
Secretário AFONSO MOTTA recebe Conselho
O Conselho foi recebido pelo Secretário AFONSO MOTTA no Gabinete dos Prefeitos e Relações Federativas, no Palácio Piratini para que ele possa abrir um canal de ligação entre o Conselho Estadual e conselhos municipais, pois cerca de 100 prefeituras atendem alunos da rede pública estadual, e o Conselho entende que esta aproximação será importante para melhorar o atendimento desta clientela.
30 de jun. de 2011
Conselho visita RÁDIO GORGS
No dia 30/06/11, o Conselho Estadual de Alimentação Escolar foi convidado para dar entrevista RÁDIO GORGS - Grande Oriente RS. Estiveram presentes a Presidente do Conselho Berenice Cabreira da Costa, representando a ACPM-Federação, o Conselheiro grão-mestre José Aristides Fermino, representando o ROTARY e a Nutricionista Gabriela Baião pelo Executivo estadual.
Foram tratados assuntos desde a legislação que prevê a oferta de alimentação escolar à rede pública estadual, passando pela atuação do Conselho e as condições em que se encontram as escolas, quanto a refeitórios e cozinhas. Um dos focos foi a falta de estrutura física e recursos humanos nas escolas de ensino médio que ainda não tem cozinhas nem refeitório, e consequentemente equipamentos e utensílios para a elaboração dos alimentos. Nas escolas em que o ensino fundamental já recebia a alimentação, a maioria tem condições de atender aos alunos, mas as grandes escolas que atendem apenas ao ensino médio, não estão preparadas, apesar de estarem recebendo os recursos desde 2009. O Conselho aguarda que estes problemas estejam resolvidos até o final de 2011.
A entrevista pode ser acessada no site: http://www.radiogorgs.org.br/